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18/06/2017

Difícil explicar certas coisas

Editorial

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Nota

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Estamos sempre nos deparando com questões que interferem nas nossas atividades diárias. Muitas delas são rapidamente entendidas e não criam qualquer problemas. 

Outras, entretanto ficam sem explicações e permanecem  armazenadas nas nossas mentes  aguardando uma reposta para que sejam entendidas e assimiladas. Até lá são problemas recorrentes.

Dentre os temas mais abordados em tempos recentes está a "mobilidade urbana". Nessa categoria cabem coisas tão díspares como moradia, transportes, segurança pública, urbanismo e uma infinidade de questões que povoam a vida dos indivíduos nas suas atividades cotidianas.

Vale citar que muitos problemas apenas aguardam explicações  outros, entretanto, até que sejam resolvidos, explicados ou equacionados são motivo de raiva e revolta. Nessa categoria encontram-se o mau funcionamento dos semáforos na cidade de São Paulo e, por extensão, em centenas de cidades que se inspiram nela  como modelo de modernidade,  avanço e urbanidade.

Os questionamentos são potencializados com a constatação de que os semáforos não funcionam porém os radares que identificam velocidade no tráfego, a invasão das faixas de pedestres, as conversões proibidas registram cada evento proporcionando multas e penalizações incomensuráveis.

O fato é que as tecnologias empregadas para esse monitoramento do tráfego com a finalidade de organiza-lo e, de outro lado, com o objetivo de arrecadar pela aplicação de multas são semelhantes e, como tal, ou funcionam todos os aparelhos, ou não funciona nenhum. Difícil entender essa dualidade.

Lombadas em ruas, avenidas e até em estradas são motivo de rancores.  Como explicar a existência desses "acidentes" nas vias independentemente de estatísticas de ocorrências ou de riscos constatados antes de suas instalações? 

Há os que explicam que a solicitação para que fossem construídas as "lombadas" foram formuladas por pessoas sem inserção social, com baixa estima, pessoas sem acesso à cidadania e ignoradas pelos poderes públicos.

Os seus pleitos são solenemente ignorados para que haja iluminação pública, que sejam melhorados os serviços de saúde, educação e segurança pública. Nada disso pode ser conseguido porque os agentes públicos estão de costas às demandas dos cidadãos, mas um simples abaixo assinado, com meia dúzia de assinaturas, uma conversa com os cabos eleitorais em épocas de campanhas eleitorais, uma visita à Câmara dos Vereadores são suficientes para que a lombada seja instalada.

Não há verdadeiramente qualquer estudo para a implantação de uma lombada e, uma vez construída, a sua permanência está garantida até a eternidade, não importando a efetividade de suas propaladas vantagens.

Linhas de ônibus que são desenhadas exatamente sobre as linhas de metrôs ou que correm paralelas aos trens da CPTM  e que circulam com baixíssimas velocidades, quase sem passageiros e atrapalham a fluidez do tráfego das vias, como explicar a linha de ônibus (caso de São Paulo)  Vila Madalena-Largo AnaRosa?

Exatamente a mesma que faz o metro, apenas que uma cumpre esse trajeto em mais de 30 minutos e o metro o faz em pontuais 15 minutos, e sem estresse?

A lista seria interminável e ao mesmo tempo inútil mas as origens dessas demandas deveriam ser questionadas e explicadas para que a população tivesse a oportunidade de assimilar isso.

Apenas mais um caso exemplar:  o Poder Executivo (Governo do Estado e Prefeitura) quer que a população volte a ocupar a região central da Cidade de São Paulo. De fato a região que dispõe da melhor infraestrutura em toda a Cidade é pouco explorada para habitação e convivência.

O Poder Público se apossou do Colégio Caetano de Campos na Praça da República e ali  instalou a Secretaria Estadual de Educação. 

Um colégio que foi frequentado por milhares de crianças e jovens por gerações  e que poderia estar sendo utilizado em período diurno e noturno dando vida ao Centro serve apenas para uma secretaria que poderia funcionar em qualquer outro ponto de São Paulo e dessa forma devolver aquela área para a sua finalidade primária que era de ser uma escola.

As "cracolândias" se formam (não exclusivamente, mas também) pela existência de oportunidades de se instalar  em  lugares ociosos, mal ocupados e desertos.

Nem vale citar a Escola Estadual de São Paulo, no Parque Dom Pedro, os colégios públicos ou particulares do Brás, Mooca, Tatuapé, Vila Mariana, Santo Amaro, na avenida Juscelino Kubitschek onde hoje cruzam as avenidas Faria Lima e Juscelino.

Em conversas e discussões entre cidadãos da Cidade de São Paulo e de cidades do interior do Estado, esses assuntos emergem. 

Nas grandes  é quase impossível associar o nome do Vereador que aprovou a lombada, que permitiu a linha de ônibus, que desativou ou propôs transferir uma escola para outro local de forma a aproveitar a valorização da área onde está instalado. 

Por pouco a escola de Vila Olímpia não foi  trocada por "espelhos" desses que os portugueses trouxeram para o Brasil para escambos com os índios daqui, nos idos do século XVI, apenas para satisfazer os empreendedores imobiliários.

O sentimento de impotência se estabeleceu entre nós de forma que o cidadão se sente inibido em procurar o seu vereador, o conselho do bairro, a secretaria da região ou até o prefeito eleito com o seu voto para apresentar as suas dúvidas e questões e para entender o que "se passa".

O desgaste da classe política, fruto das denúncias de corrupção endêmica não é motivo de orgulho para uma cidade, seja ela qual for.

É porém uma oportunidade de reflexão e tomada de consciência de que certas coisas são difíceis de explicar porque não existem explicações capazes de satisfazer os mais inocentes dos cidadãos que olham, percebem, questionam e não encontram como aceitar que as mesmas permaneçam como estão.

É cedo para nos apropriarmos dos exemplos ocorridos na França na eleição de Emmanuel Macron que obteve esmagadora vitória sobre os partidos e políticos tradicionais.

Os sucessos não param na sua eleição e prometem ser reproduzidos na conquista  das cadeiras do Parlamento onde poderá (novamente)  ter maioria acachapante. Theresa May na Inglaterra dava como "favas contadas" a sua maioria parlamentar, pré-condição para retirar a Inglaterra da União Europeia. Perdeu a maioria e vive hoje um pesadelo sobre a sua própria sobrevivência frente ao Governo.

Os  jornais do Brasil (nesta semana e no dia de hoje) publicam em suas manchetes palavras incompatíveis com a moral e decência pública aceitáveis. Todos sonham com a mobilidade seja urbana, política ou social. Porém estamos  curvados  e com sensação de incredulidade diante dos fatos que emergem a velocidade estonteante.

Em tempos de crises, quando os mais evidentes sinais de normalidade na vida, como trabalho e emprego e dignidade estão em desordem,  não dá para explicar o inexplicável.

Melhor agir para mudar.

Paulo Westmann

 

Por Paulo Westmann **

 

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